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O Épico Fim de Semana em Canelinha na Abertura do MX1 GP Brasil Sportbay 2026

Entre 10 e 12 de abril de 2026, Canelinha (SC) sediou a abertura do Campeonato Brasileiro de Motocross, o MX1 GP Brasil Sportbay. Organizado pela Promox e CBM no CTG Fazenda Silva Neto, o evento foi um sucesso absoluto, reunindo cerca de 50 mil espectadores e mais de 500 pilotos de 22 países. A etapa marcou o início de uma temporada que promete ser a mais competitiva e internacional da história do motociclismo nacional.

 

Além do esporte, o evento gerou um impacto econômico superior a R$ 10 milhões, operando a rede hoteleira da região em capacidade máxima. Considerado o maior campeonato da América Latina e o segundo do mundo, a prova entregou disputas intensas em uma pista técnica de 1.500 metros. Batalhas viscerais entre lendas europeias, ídolos brasileiros e promessas sul-americanas consolidaram o Brasil como um importante polo global do motocross.

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O Palco, a Infraestrutura e o Impacto Socioeconômico

A escolha de Canelinha para a primeira etapa do MX1 GP Brasil Sportbay 2026 reforça a tradição de mais de 30 anos da cidade no motocross. O motódromo do CTG Fazenda Silva Neto, com 1.500 metros de traçado nos padrões internacionais (FIM), apresenta um solo altamente desafiador, com desgaste rápido que forma canaletas e elevações severas para os pilotos.

 

A preparação da pista exigiu meses de engenharia e topografia para garantir um traçado seguro e fluido. Durante as corridas, as motos atingiram mais de 80 km/h nas retas e protagonizaram saltos de até 10 metros de altura, levando as máquinas e o condicionamento físico dos atletas ao limite.

 

O evento consolidou-se como um forte vetor de turismo, atraindo 50 mil pessoas e gerando um impacto econômico de R$ 10 milhões. Esse volume impulsionou o comércio de Canelinha e região, além de criar diversos empregos necessários para a montagem de megaestruturas de hospitalidade, praças de alimentação e boxes.

 

O calendário de 2026 seguirá em um total de 10 etapas por oito estados, com a grande final programada para a data de 13 de setembro.

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MX1: O Confronto dos Heróis

A categoria MX1 (450cc) em Canelinha reuniu um grid de nível mundial. O grande destaque foi o retorno do brasileiro Enzo Lopes (Honda) após nove anos competindo nos EUA. A etapa contou com adversários de peso, como o veterano holandês Glenn Coldenhoff, o belga Jeremy Van Horebeek e os campeões locais Fábio Santos e Paulo Alberto.

 

A Disparada de Enzo Lopes A corrida foi marcada pelo domínio absoluto de Enzo Lopes. Embora Guilherme Bresolin tenha largado na frente, Enzo tomou a liderança ainda na primeira volta e abriu uma vantagem esmagadora. Enquanto ele sumia na frente, o pelotão de trás enfrentava o caos: Van Horebeek caiu no início e iniciou uma caçada de recuperação, enquanto uma disputa acirrada derrubou Bresolin e Vitor Borba no final da prova. Com isso, Gustavo Pessoa herdou o segundo lugar e Van Horebeek completou em terceiro.

 

Desfecho Heroico Enzo Lopes venceu com mais de 30 segundos de folga e desabou em emoção, revelando um detalhe impressionante: correu com três dedos da mão fraturados devido a um acidente nos treinos dias antes. O resultado final coroou a vitória épica de Enzo, seguido pela consistência de Van Horebeek e a coragem do estreante Vitor Borba.

 

Classificação:

Enzo Lopes;

Jeremy Van Horebeek;

Vitor Borba.

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MX2: A Ascensão

A categoria MX2 (250cc) é conhecida pela agressividade extrema de jovens pilotos que buscam seu lugar no topo do motocross mundial. Em Canelinha, o cenário não foi diferente, servindo de palco para uma exibição de técnica e coragem.

 

Salvador "Salvi" Perez foi o nome do final de semana. Após liderar todos os treinos de sábado, ele demonstrou total controle sobre o traçado, unindo precisão técnica a uma pilotagem agressiva.

 

A corrida principal testou os limites do grid. Pietro Piroli e Benjamin Garib impuseram um ritmo fortíssimo logo na largada, formando um trio de elite com Salvi que se isolou do restante dos competidores.

 

Ao final, Salvi Perez venceu as duas baterias de forma impecável. Com 50 pontos conquistados, ele sai de Santa Catarina como líder isolado do campeonato, garantindo a cobiçada placa vermelha.

 

Classificação:

Salvador Perez;

Pietro Piroli;

Henrique Henicka.

O Celeiro da Próxima Década: MXJR e MX2JR

Para garantir a perenidade do motocross brasileiro e sua relevância no cenário global, o MX1 GP Brasil Sportbay nutre com imenso rigor as categorias de base. É na MXJR e na MX2JR que os ídolos do amanhã começam a forjar seus nomes, operando motocicletas potentes o suficiente para grandes voos, mas leves o bastante para ensinar os fundamentos cruciais da física, do "momentum" e da aerodinâmica da pilotagem em duas rodas. O intercâmbio com atletas de países vizinhos transforma essas provas em autênticos mini-campeonatos pan-americanos.

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A Brutalidade da MX2JR

Se a MXJR é a escola secundária, a MX2JR é o vestibular para o profissionalismo adulto. Pilotando modelos que estão a um passo das brutais 250cc, esses garotos não seguram o acelerador. O nível técnico imposto nessa classe reflete diretamente as políticas de integração sul-americana promovidas pela CBM.

 

O domínio em Canelinha nesta bateria foi assinado por Cesar Aponte. Aponte entendeu perfeitamente a leitura do solo. Enquanto outros patinavam suas rodas traseiras em excesso na poeira solta das saídas de curva (desperdiçando potência preciosa), ele utilizou o torque da máquina de forma progressiva, ganhando frações de segundo inestimáveis em cada trecho do circuito de 1.500 metros. Juan Garcia proporcionou uma perseguição formidável. Pilotando de maneira vistosa e atacando as zonas de frenagem mais tarde que o usual, Garcia pressionou o líder intensamente, conformando-se com a segunda colocação apenas após a bandeira quadriculada. José Morera completou o pódio após sobreviver a uma esgrima esportiva implacável contra Gabriel Cirino, blindando sua posição e solidificando a classe como uma das mais disputadas e imprevisíveis de todo o cronograma.

Classificação:

Cesar Aponte;

Juan Garcia;

José Morera.

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A Genialidade Precoce na MXJR (10 a 15 anos)

A MXJR é a fenda transicional definitiva. Os adolescentes dessa classe começam a assimilar o uso de técnicas avançadas como o scrub — uma manobra onde o piloto inclina severamente a motocicleta no ar para perder altura e ganhar distância e velocidade horizontal. A bateria oficial, disputada no vibrante cair da tarde (14h50), revelou que o talento no Brasil continua efervescente.

 

O nome do fim de semana na MXJR foi Heitor Matos. Matos apresentou uma maturidade tática assombrosa para sua idade. Em entrevistas nos boxes, ele confidenciou que passara a sexta-feira inteira reconfigurando sua pilotagem e alterando mapeamentos para adaptar-se à dinâmica arisca de sua motocicleta. Essa inteligência analítica rendeu dividendos majestosos. Quando a corrida começou, Matos controlou o recuo (kick) brutal da suspensão traseira em buracos consecutivos, neutralizando os solavancos e impondo um ritmo que o levou a faturar a classificação geral da etapa com 25 pontos.

 

Zion Berchtold cravou seu nome como um dos mais ferrenhos oponentes da classe. Pilotando com extrema agressividade visual, Zion finalizou a prova no encalço do líder, somando 22 pontos e o segundo degrau do pódio. A briga pela terceira posição geral viu Lorenzo Ricken usar de todo seu conhecimento espacial para fechar as portas para Victor Hugo Vale da Rocha, culminando em uma impressionante terceira colocação na somatória que arrancou gritos entusiasmados do público.


Classificação:

Heitor Matos;

Zion Berchtold;

Lorenzo Ricken.

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MX3: A Maestria e a Tática dos Veteranos

Com o holeshot em mãos, Caio Lopes foi soberano na categoria reservada a pilotos acima dos 30 anos. O venezuelano Carlos Badiali chegou a ameaçar a liderança do brasileiro, mas viu suas chances desaparecerem após uma furada no pneu traseiro. Com a saída de cena do rival, Diego Henning e Leonardo Dambros aproveitaram a oportunidade, avançaram no pelotão e conquistaram seus primeiros pódios na categoria. A festa foi inteiramente brasileira: Lucas Bottcher e Pedro Godoy fecharam o trio de honra.


Classificação:

Caio Lopes;

Diego Henning;

Leonardo Dambrós.

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MX5: O Império das Lendas do Motocross

Um degrau acima em idade está a categoria MX5. Longe de ser apenas uma exibição de ex-pilotos, a MX5 é uma arena feroz habitada por indivíduos que ajudaram a fundar as bases estruturais do esporte nas décadas de 1990 e 2000. O respeito silencioso do público e o aglomerado de mecânicos ao redor do gate demonstram o prestígio reverencial dessa classe. A prova classificatória de apenas uma volta dá o tom urgência antes da prova oficial que durou 15 minutos mais duas voltas torturantes na tarde de sábado.

 

Willian Guimarães desembarcou no motódromo da Fazenda Silva Neto ostentando a placa número 1 de atual campeão da categoria. E a honraria não foi um acaso histórico. Guimarães possui uma leitura de terreno que beira o premonitório. Durante a corrida, enquanto a pista formava bancos de areia e lama nas saídas de curva, ele escolhia as linhas mais externas e lisas, preservando a ciclística de sua moto. A vitória de Guimarães foi sólida, inquestionável e construída sobre os pilares da experiência.

 

Atrás do campeão, Richard Berois travou uma corrida limpa e analítica para conquistar o segundo lugar, focando no erro de seus oponentes para se distanciar. O grande espetáculo da bateria foi a intensa guerra esportiva pela terceira colocação. Alexandre Martins, Rodrigo Guedes e Erivelto Nicoladelli andaram virtualmente colados durante toda a prova, escutando o motor uns dos outros. No fim, Martins impôs sua vontade e bloqueou os traçados agressivos de Guedes para subir ao pódio, levando o público ao delírio.


Classificação:

Willian Guimarães;

Richard Berois;

Alexandre Martins.

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MXF: A Força, a Evolução e o Domínio Feminino

A categoria Motocross Feminino (MXF) deixou de ser apenas um nicho para se tornar um palco de extrema competitividade, técnica e profissionalismo. A prova de domingo foi uma vitrine desse crescimento, entregando 20 minutos de pura emoção.

 

A grande protagonista foi a atual campeã, Luanna Neves. Com um preparo físico impecável, ela assumiu a ponta logo na largada e dominou uma pista desafiadora com muita precisão. Sua confiança estava tão alta que ela planejou o feito inédito de correr também na categoria masculina (MX5), mirando o Top 5 geral.

 

Mesmo com a liderança de Luanna, Alicia Sagae não facilitou. Ela imprimiu um ritmo eletrizante, pressionou a campeã e garantiu um suado segundo lugar. Logo atrás, Izabela Bindela fez uma prova brilhante e estratégica para segurar os fortes ataques de Fernanda Fabris, conquistando a terceira posição em um pódio que celebrou a força do protagonismo feminino no esporte a motor.


Classificação:

Luanna Neves;

Alicia Sagae;

Izabela Bindela.

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A YZ125 bLU cRU Cup: O Nivelamento pelo Talento

No MX1 GP Brasil Sportbay 2026, destacou-se a IMS YZ125 bLU cRU Cup. Organizada pela Yamaha e Missão 78 para jovens pilotos (rapazes de 11 a 16 anos e moças de 13 até 18 anos), a competição tem como diferencial o uso exclusivo da icônica moto Yamaha YZ125 de motor dois tempos (2T).

Correr com motores 2T é fundamental na formação no motocross. Como não possuem o "freio motor" das motos de quatro tempos, eles exigem aceleração alta constante, ensinando os pilotos a manterem a velocidade inercial nas curvas. Além disso, a padronização das máquinas garante que o talento prevaleça sobre o poder financeiro e patrocínios.

Na classificação geral em Canelinha, Victor Hugo consagrou-se o grande campeão graças à sua consistência. Em uma disputa bastante acirrada, Pedro Guilherme e Roy Montoro completaram o pódio em segundo e terceiro lugares, respectivamente. O fomento dessa categoria evidencia o investimento ativo das fábricas no futuro do esporte.


Classificação:

Victor Hugo;

Pedro Guilherme;

Roy Montoro.

O Berço do Esporte: As Categorias 65cc e 50cc

Para que a pirâmide do motocross consiga sustentar o peso das glórias no seu topo, a base precisa ser larga, acessível e estruturada. O primeiro contato profissional com a lama e a multidão acontece nas classes infantis, as formidáveis 65cc e 50cc. Estas não são simples corridas de demonstração; são embates genuínos onde crianças competem em réplicas miniaturizadas e perfeitamente dimensionadas das motos operadas pelos adultos na MX1, absorvendo desde a infância as exigências físicas e mentais do ambiente de autódromos e boxes.

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A Transição Mecânica na 65cc

Na categoria 65cc, as crianças já enfrentam um paradigma tecnológico complexo: o uso de embreagem manual e sistema de câmbio tradicional. Isso requer uma coordenação motora sofisticada sob condições de intenso estresse físico. O circuito não é alisado para elas; elas enfrentam as mesmas valas escavadas pelas motos gigantes.

 

A coroa catarinense dessa categoria pertenceu à impecável atuação de Arthur Lourenzo. Aos olhos do público maravilhado, Pietro Fraga conduziu a motocicleta não como uma criança, mas com as posturas clássicas de joelho no tanque e cotovelos elevados, atributos de profissionais maduros. Seu triunfo foi indiscutível. Henrique Spinasse trilhou o percurso com uma maturidade assombrosa, escolhendo as linhas menos congestionadas e arrematando um louvável terceiro lugar.


Classificação:

Arthur Lourenzo;

Pietro Fraga;

Henrique Spinasse.

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A Pureza e Iniciação na 50cc

Por fim, a categoria 50cc é a mais cativante de todo o final de semana. Focada nos pilotos de mais tenra idade, comumente em fase de alfabetização esportiva, as motocicletas utilizam embreagem centrífuga (automática), permitindo que os pequenos foquem integralmente no equilíbrio, na aceleração e no controle de direção. Ver essas diminutas máquinas saltarem diante de 50 mil espectadores é testemunhar o despertar de sonhos.

 

O grande vencedor dessa ode à iniciação foi o jovem Tomas Aguila. Pilotando com extrema valentia, ele conquistou a dianteira e foi seguido pelos aplausos ensurdecedores de cada setor da arquibancada do CTG Fazenda Silva Neto. Enzo Wiebbeling colocou intensa pressão sobre o líder, finalizando em segundo lugar após um desempenho que promete render muitas vitórias nas próximas etapas. O pódio foi sacramentado pelo talento de João Manoel Prado, que manteve o controle e evitou as escorregadias partes lamacentas para garantir a terceira colocação sobre João Barbosa e Enzo Soares. A vibração nesses pódios reflete o espírito puro do motocross e a dedicação das famílias que sacrificam tudo para apoiar o esporte.


Classificação:

Tomas Aguila;

Enzo Wiebbeling;

João Manoel Prado.

O Legado da Etapa de Abertura e Perspectivas para 2026

Ao analisar panoramicamente os desdobramentos dos dias 10, 11 e 12 de abril de 2026, conclui-se que a etapa de abertura do MX1 GP Brasil Sportbay em Canelinha não foi apenas o estopim de um campeonato, mas sim a consolidação de um novo paradigma de profissionalismo esportivo na América Latina. A engrenagem logística que suportou 50 mil espectadores, injetou R$ 10 milhões na economia local e operou transmissões mundiais sincronizadas atesta que a Confederação Brasileira de Motociclismo e a Promox alcançaram um nível de maturidade organizacional compatível com os gigantes globais do entretenimento a motor.

 

O impacto nas carreiras é imensurável. O resgate da figura heroica de Enzo Lopes, suplantando lendas internacionais e lesões dolorosas na MX1, oferece uma narrativa épica que certamente atrairá novos patrocinadores endêmicos e não endêmicos. Da mesma forma, a integração oficial da categoria MX2 com o calendário do Sul-Americano provou seu valor, infundindo a competição nacional com a determinação e o talento da vanguarda estrangeira e coroando atuações brilhantes como a do imparável Salvador Perez.

 

As cortinas foram fechadas em Santa Catarina, os tratores já alisaram a pista dilacerada, e as equipes de fábrica desmobilizaram suas impressionantes cidades de lona e alumínio. Porém, a ressonância desta rodada inaugural perdurará. O circo do motocross projeta agora suas atenções logísticas e esportivas para as próximas batalhas do extenso calendário de dez etapas — como a corrida de Ponta Grossa, no Paraná — ciente de que as bases históricas de 2026 foram fundadas na paixão arrebatadora de Canelinha. O ronco dos motores mal cessou, e a caçada pelo título já começou.

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