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2ª Etapa do Campeonato Brasileiro MX1 GP Sportbay 2026

A cidade de Ponta Grossa, estrategicamente situada na região dos Campos Gerais do Paraná, foi o cenário central do motociclismo latino-americano entre os dias 25 e 26 de abril de 2026. O evento representou a 2ª etapa do MX1GP Brasil Sportbay, consolidando o calendário nacional. As provas foram sediadas na Pista Municipal "Diego Alexandre Vershoor", localizada nos fundos do Centro Agropecuário do município.

 

A organização do evento, uma parceria entre a Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM), a Prefeitura Municipal de Ponta Grossa e a promotora SUIP, demonstrou alta capacidade logística. O complexo recebeu mais de 200 pilotos inscritos, divididos em categorias que englobaram desde a base até a elite profissional. O primeiro dia de competições registrou 12 largadas, entre treinos classificatórios e baterias oficiais.

 

As condições climáticas e do traçado ditaram a narrativa e a complexidade técnica do final de semana. O sábado apresentou um dia ensolarado e uma pista rápida, o que favoreceu tempos de volta baixos e disputas de alta intensidade. Esse cenário atraiu um público impressionante, estimado pelas autoridades em cerca de 8 mil pessoas acompanhando as provas.

 

No entanto, a drástica virada meteorológica no domingo transformou a competição em um desafio extremo de resistência e estratégia. Chuvas torrenciais atingiram a região, saturando o solo e criando uma camada profunda de lama escorregadia. A formação de canaletas profundas e irregulares exigiu que os pilotos mudassem radicalmente suas linhas de pilotagem.

 

O barro pesado elevou o risco de superaquecimento dos motores e de quebras mecânicas, testando o limite dos equipamentos. A etapa de Ponta Grossa consagrou-se como um "domingo histórico", onde a adaptação às intempéries superou a pura velocidade. A manutenção das lideranças nas categorias principais evidenciou a maturidade técnica dos atuais protagonistas do campeonato.

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MX1

A categoria MX1, vitrine tecnológica e esportiva do campeonato, entregou o espetáculo mais dramático da rodada. O traçado pesado e traiçoeiro de domingo forçou as equipes de fábrica a recalibrarem suspensões e mapeamentos de injeção. Enzo Lopes (#16), pilotando a moto CRF450R pela equipe Honda Racing, foi o grande vencedor geral da etapa com 44 pontos no total.

 

A primeira bateria (B1) ocorreu em um momento onde o piso apresentava características mistas, com muitas canaletas consolidadas. O belga Jeremy Van Horebeek (#89) largou de forma agressiva, tomou a ponta logo no início e ditou o ritmo. Mesmo lidando com lesões no joelho e no pescoço sofridas na etapa de abertura, o europeu manteve a constância e venceu a corrida inaugural, seguido por Lopes.

 

O cenário mudou drasticamente na segunda bateria, marcada por lama intensa e altíssimo índice de abandonos. Enzo Lopes enfrentou um susto considerável ao sofrer uma queda no barro, mas recuperou sua moto rapidamente para não perder o pelotão da frente. A capacidade de levantar o equipamento pesado e retomar a concentração evitou um desastre na sua pontuação.

 

A equipe Yamaha Racing Brasil marcou forte presença com seus esquadrões Monster Energy Geração, C6 Bank IMS e 101 M78. O holandês Glenn Coldenhoff (#259), correndo pela Yamaha C6 Bank IMS, mostrou rápida adaptação ao formato nacional. Coldenhoff adotou um estilo de pilotagem suave na lama para finalizar a etapa na segunda posição geral, somando 39 pontos.

 

A classificação geral atualizada do campeonato evidencia a dominância de Enzo Lopes. O piloto da Honda Racing soma agora 94 pontos, ampliando significativamente sua margem na liderança da classe. Vitor Borba assumiu a vice-liderança do certame, consolidando seu excelente ritmo de início de ano. Van Horebeek figura na quarta posição geral, enquanto Fábio Santos ocupa o nono lugar com 46 pontos.

 

Classificação:

- Enzo Lopes;

- Glenn Coldenhoff;

- Guilherme Bresolin.

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MX2

Na classe das 250 cilindradas, o cenário foi marcado por exibições de gala e reações surpreendentes em meio a uma pista bastante desafiadora. Defendendo as cores da Yamaha Factory, o espanhol Salvador Pérez Carneiro (#300) impôs um ritmo inalcançável. Com um entrosamento perfeito com sua máquina, o competidor europeu não deu brechas aos adversários e dominou com autoridade o circuito no Paraná.

 

Pérez não apenas venceu, mas alcançou a pontuação máxima possível de 50 pontos. Ele triunfou com folga tanto na primeira bateria (B1) quanto na segunda bateria (B2), não dando chance de ataque aos rivais. Sua capacidade de manter velocidade média alta em trechos de lama profunda foi o diferencial técnico do domingo.

 

O grande clímax do dia ficou por conta da intensa briga pelo restante das colocações. Pilotando sua CRF 250R, o representante da Honda Factory, Pietro Piroli (#161), abriu as disputas assegurando uma consistente quarta posição na B1. Impulsionado por esse primeiro resultado, o atleta continuou com força total na corrida pelo topo da classificação geral da prova.

 

Graças ao seu desempenho regular em ambas as provas, Henicka garantiu a vice-liderança na classificação geral, somando 42 pontos. Na quarta colocação terminou Gabriel Bilhar (#112), que conquistou 30 pontos, logo à frente de Luiz Filipe Vale da Rocha (#148), que fechou com 28 pontos.

 

A classificação geral atualizada referenda o esforço monumental da equipe Honda Racing. Com a recuperação de Piroli, o piloto segurou firme a vice-liderança do campeonato na categoria MX2, mitigando o prejuízo matemático. A consistência na categoria intermediária prova ser vital para as pretensões de título das fabricantes oficiais. Informação sobre a pontuação exata da liderança atualizada do campeonato: informação não localizada nas fontes consultadas.

 

Classificação:

- Salvador Pérez Carneiro;

- Henrique Henicka;

- Pietro Piroli.

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MX3

A classe reservada aos veteranos de elite antecipou suas fortes emoções ainda no sábado, com pista seca e em alta velocidade. As condições rápidas do piso não perdoavam deslizes táticos ou erros de cálculo nas ultrapassagens. Caio Lopes Fernandes (#134) emergiu como o grande estrategista do dia, cravando a vitória e os 34 pontos da etapa.

 

A corrida principal da MX3 configurou-se como um verdadeiro thriller psicológico. Caio Lopes assumiu a liderança, mas logo passou a sofrer ataques incessantes de dois ícones do motocross nacional: Jean Ramos (#10) e Carlos Badiali (#165). O trio se distanciou do restante do pelotão, impondo um ritmo comparável aos líderes da categoria profissional MX1.

 

O ponto de inflexão e o momento mais dramático da bateria ocorreram na gestão dos retardatários. Em um traçado estreito e veloz, a aproximação de pilotos mais lentos exige manobras precisas milimetricamente. O desespero para não perder contato visual com o líder forçou Jean Ramos e Carlos Badiali a tentarem ultrapassagens arriscadas simultaneamente.

 

A falta de espaço e a poeira densa resultaram em quedas para ambos os perseguidores na mesma seção da pista. O incidente eliminou a pressão imediata sobre Caio Lopes, que pôde administrar sua margem de segurança e cruzar a bandeirada com tranquilidade. Apesar dos sustos, Badiali recuperou sua moto para assegurar o segundo lugar com 30 pontos, enquanto Jean Ramos salvou o terceiro posto com 27 pontos.

 

Diego Fernando Henning (#769) aproveitou a confusão no pelotão frontal para escalar posições, terminando em quarto lugar com 25 pontos. O veterano Roosevelt Junior (#100), mostrando excelente forma física, fechou as cinco primeiras posições com 21 pontos. A experiência ditou o resultado entre os líderes da categoria.

 

Na classificação geral atualizada, o triunfo cimentou o domínio de Caio Lopes Fernandes na temporada. O piloto paulista manteve o status de intocável, garantindo a posse contínua do "red plate" (placa vermelha), símbolo do líder isolado do Campeonato Brasileiro de Motocross. Informação sobre os pontos numéricos detalhados do ranking geral da MX3: informação não localizada nas fontes consultadas.

 

Classificação:

- Caio Lopes Fernandes;

- Carlos Badiali;

- Jean Ramos.

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MXF

A categoria feminina do MX1GP Brasil Sportbay proporcionou a narrativa esportiva mais inspiradora de todo o final de semana paranaense. Luanna Neves Martinez Silva (#1) alcançou o topo do pódio, garantindo 35 pontos. No entanto, o percurso até a vitória exigiu uma resiliência sobre-humana e um forte aparato logístico de sua equipe técnica.

 

A programação intensa de sábado forçou a direção de prova a realizar sessões de qualificação mistas, aglutinando as categorias MX3 e MXF na pista ao mesmo tempo. A diferença de velocidade e peso das motocicletas entre as classes cria invariavelmente uma atmosfera de alto risco no traçado. Foi sob essas condições perigosas que ocorreu o incidente mais crítico da classe.

 

Durante uma volta rápida na sessão classificatória, Luanna Neves sofreu uma queda severa. Desprotegida no chão, a piloto relatou ter sido atropelada pelas pesadas motocicletas dos competidores da MX3 que vinham logo atrás, sem tempo hábil para desviar. O impacto violento obrigou a competidora a abandonar a tomada de tempos, gerando forte apreensão no paddock sobre sua continuidade no evento.

 

Mesmo sentindo dores intensas em decorrência do atropelamento, Luanna recusou-se a abandonar a etapa. Assistida de perto por familiares e pelo corpo médico de sua equipe, a atleta alinhou no gate para a bateria oficial horas depois. Ignorando o desgaste físico, ela imprimiu um ritmo inalcançável para o restante do pelotão, vencendo de ponta a ponta em uma demonstração pura de garra.

 

A disputa pelas demais posições do pódio ocorreu com menor intensidade, consolidando o resultado técnico esperado. Alicia Sagae (#8) finalizou a bateria em segundo lugar com 31 pontos, apresentando pilotagem segura. Izabela Bindela Queiroz (#18) ficou com o terceiro posto, somando 28 pontos, à frente de Fernanda Fabris (#201) com 25 pontos e Vitória Lima (#29) com 22 pontos.

 

A classificação geral atualizada pelo sistema da CBM reflete o impacto dessa vitória crucial. Luanna Neves lidera o campeonato de forma isolada com 35 pontos totais, abrindo uma margem de 4 pontos sobre a concorrência direta. Alicia Sagae consolida a vice-liderança com 31 pontos totais, enquanto Izabela Bindela ocupa o terceiro lugar com 28 pontos na tabela oficial do certame.

 

Classificação:

- 1º Luanna Neves Martinez Silva;

- Alicia Sagae;

- Izabela Bindela.

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MXJR

A categoria de formação avançada reuniu os jovens talentos mais promissores do cenário nacional em Ponta Grossa. Pilotando sob forte pressão tática, o competidor Heitor Matos (#300) sagrou-se vencedor absoluto da etapa. O triunfo rendeu ao atleta os 35 pontos, coroando um desempenho irrepreensível e seguro nas curvas paranaenses.

 

A prova foi caracterizada por um pelotão compacto nas primeiras voltas, exigindo controle psicológico para evitar toques e quedas prematuras. Heitor encontrou fluidez nas linhas principais, escapando da guerra pelo posicionamento que atrasou o restante do grid. Sua vantagem foi administrada de forma cirúrgica na reta final da bateria oficial.

 

Z. Berchtold (#17) protagonizou um embate acirrado pelas posições de honra. Demonstrando forte ritmo de curva, o jovem piloto garantiu a segunda colocação, agregando 27 pontos importantes à sua campanha no torneio. A consistência em todas as sessões de treino refletiu-se neste excelente resultado.

 

O último degrau do pódio ficou a cargo de Victor Hugo Vale da Rocha (#221), que cruzou a linha de chegada em terceiro. O piloto enfrentou ataques constantes durante a prova, mas defendeu suas linhas para assegurar os 26 pontos de bonificação, ficando logo à frente de Lorenzo Ricken (#16), que também atingiu a marca de 26 pontos. A capacidade de suportar a pressão dos adversários atesta a evolução técnica desta classe de acesso.

 

A classificação geral atualizada da MX JR reflete a liderança isolada de Heitor Matos, que soma 35 pontos e abre uma margem de 8 pontos de vantagem sobre a concorrência direta. Z. Berchtold assume a vice-liderança com 27 pontos totais, enquanto Victor Hugo Vale da Rocha ocupa o terceiro lugar com 26 pontos na tabela oficial da somatória das etapas.

 

Classificação:

- 1º Heitor Matos;

- Z. Berchtold;

- Victor Hugo Vale da Rocha.

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MX2JR

A classe MX2JR, ponte direta para a entrada no motocross profissional, operou como um termômetro do talento sul-americano. O venezuelano Cesar Aponte (#26), principal estrela da equipe JP Pro Honda Baterias Pioneiro, dominou as ações no traçado rápido de sábado. Pilotando de forma inquestionável, o estrangeiro venceu a prova com margem de segurança, embolsando 35 pontos.

 

A superioridade técnica de Aponte ficou evidente desde a queda do gate. Ele impôs um ritmo incompatível com a concorrência nacional, aproveitando ao máximo a tração do solo nos trechos de alta velocidade. A ausência de erros e o preparo físico impecável blindaram o líder de qualquer ataque ao longo da bateria.

 

A disputa doméstica pela vice-liderança foi o grande atrativo da manga. Kauã Vieira (#438) realizou uma prova cerebral, economizando equipamento nas fases iniciais para atacar nos momentos finais. Essa estratégia garantiu a ele o segundo lugar na classificação, somando 30 pontos vitais para sua pretensão no campeonato.

 

O último degrau do pódio ficou a cargo de J. Garcia (#517), que encerrou sua participação com um sólido terceiro lugar, rendendo 25 pontos. Já Arthur Gomes (#918), companheiro de equipe de Aponte na JP Pro Honda Baterias Pioneiro, ajudou a consolidar o excelente final de semana do esquadrão satélite ao finalizar logo atrás, na quarta colocação, com 24 pontos.

 

Na classificação geral atualizada, os resultados de Ponta Grossa consolidam a liderança de Cesar Aponte. O piloto isola-se no topo da tabela somando os já citados 35 pontos, abrindo uma margem de 5 pontos (DIFF) de vantagem sobre a concorrência direta. Kauã Vieira é o vice-líder isolado com 30 pontos totais, enquanto J. Garcia ocupa o terceiro lugar com 25 pontos na tabela oficial do certame.

 

Classificação:

- 1º Cesar Aponte;

- Kauã Vieira;

- J. Garcia.

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MX4

Os veteranos da classe MX4 ratificaram que o conhecimento prévio de percurso e a experiência tática superam o puro ímpeto na competição. O destaque e a liderança da rodada pertenceram a João Vitor Cardeli (#149), que garantiu a primeira colocação da etapa. Ele assegurou os 30 pontos máximos na somatória da categoria.

 

Em um dia onde as exigências físicas desgastaram precocemente o pelotão, a administração de energia de Cardeli fez a diferença. Ele realizou a prova com uma cadência controlada, focando em saltos precisos e tangências limpas. Essa pilotagem madura reduziu a possibilidade de fadiga nos antebraços e evitou quedas em trechos críticos.

 

Daniel da Silva Pessanha (#35) foi o competidor que mais se aproximou do ritmo do líder. Compondo as linhas defensivas, o atleta garantiu a segunda posição e adicionou 28 pontos à sua classificação geral. A leitura inteligente dos espaços por Pessanha inibiu as ameaças de ultrapassagem nas canaletas mais lentas.

 

A terceira colocação coube a Roosevelt Junior (#100), que completou a estrutura de pódio contabilizando 25 pontos – demonstrando versatilidade ao competir também na MX3 no mesmo final de semana. O evento serviu para chancelar o altíssimo nível de condicionamento físico dos pilotos seniores, que não ficaram devendo espetáculo em relação às classes principais.

 

A classificação geral atualizada da MX4 reflete a liderança de João Vitor Cardeli, que assume o topo da tabela somando 30 pontos, com uma margem de apenas 2 pontos (DIFF) de vantagem sobre a concorrência direta. Daniel da Silva Pessanha é o vice-líder com 28 pontos totais, enquanto Roosevelt Junior ocupa o terceiro lugar com 25 pontos na tabela oficial do certame.

 

Classificação:

- João Vitor Cardeli;

- Daniel da Silva Pessanha;

- Roosevelt Junior.

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65cc

O fomento das categorias de base é o coração estrutural do evento, e a bateria de 65cc evidenciou o nascimento de novos ídolos regionais. Em uma prova definida por milésimos de segundo e alternâncias intensas, Arthur Lourenzo Barbosa Rosa (#505) superou os próprios limites para vencer. O garoto cruzou o pórtico final para faturar 34 pontos históricos para sua incipiente carreira na somatória.

 

Os destaques principais da corrida resumem-se na ferocidade da disputa pelo primeiro posto. Arthur Lorenzo e o combativo Henrique Spinassé (#232) protagonizaram um verdadeiro "dogfight" nas curvas da Pista Municipal. A liderança foi questionada a cada trecho rítmico do traçado, com manobras audaciosas de parte a parte.

 

Demonstrando forte controle emocional, Arthur resistiu aos ataques incisivos no trecho das mesas de salto e manteve a frente. A vitória marcou seu primeiro triunfo oficial na categoria, celebrada efusivamente por sua equipe no pit lane. Henrique Spinassé contentou-se com uma nobre segunda posição e 32 pontos fundamentais.

 

Pietro Fraga (#152) aproveitou a intensa disputa à sua frente para consolidar uma corrida solitária e linear. O atleta finalizou em terceiro lugar, cravando 28 pontos e assegurando seu espaço no seleto pódio oficial.

 

A classificação geral atualizada expõe a importância técnica deste pódio, indicando os jovens no radar do ranking da CBM. Arthur Lourenzo Barbosa Rosa lidera a somatória do campeonato com 34 pontos, mantendo uma margem apertada de apenas 2 pontos de vantagem sobre Henrique Spinassé, o vice-líder com 32 pontos totais. Pietro Fraga consolida a terceira colocação geral somando 28 pontos.

 

Classificação:

- Arthur Lourenzo Barbosa Rosa;

- Henrique Spinassé;

- Pietro Fraga.

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50cc

O investimento na formação inicial de base é uma diretriz explícita da organização, culminando em um estrondoso sucesso operacional na classe 50cc. Como estratégia promocional inédita, a promotora ofereceu inscrições totalmente gratuitas para a categoria. O incentivo gerou a incrível marca de 36 pequenos pilotos alinhados, formando um gate quase lotado e uma atmosfera vibrante no circuito.

 

A pluralidade esportiva da competição também se manifestou na presença de talentos estrangeiros dominando a bateria infantil. O piloto chileno Tomas Aguila (#68) demonstrou fluidez acima da média nacional e faturou a corrida. O jovem talento sul-americano superou os ídolos locais, garantindo 35 pontos na somatória da categoria.

 

O congestionamento na pista devido à quantidade atípica de competidores exigiu enorme habilidade para evitar colisões. Enzo Wiebbelling (#8) soube desvencilhar-se do tráfego denso inicial para assegurar um excelente segundo lugar, somando 31 pontos. A navegação segura entre dezenas de motos em um traçado projetado para adultos provou o talento do atleta local.

 

Completando o espetáculo infantil, Vinicius Favero, carinhosamente conhecido pela alcunha de "Porvinha" (#60), incendiou a torcida com uma corrida agressiva. O terceiro lugar e os 26 pontos coroaram uma das provas mais emocionantes de sábado.

 

A classificação geral atualizada para a categoria 50cc reflete a liderança de Tomas Aguila, que soma 35 pontos, com uma margem de 4 pontos (DIFF) de vantagem sobre Enzo Wiebbelling, o vice-líder com 31 pontos totais. Vinicius Favero consolida a terceira colocação geral somando 26 pontos na tabela oficial do certame. O massivo comparecimento de equipes e famílias reitera a viabilidade a longo prazo do modelo econômico adotado pelo MX1GP Brasil neste ciclo de 2026.

 

Classificação:

- 1º Tomas Aguila;

- Enzo Wiebbelling;

- Vinicius 'Porvinha' Favero.

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YZ125

As classes destinadas exclusivamente aos modelos de dois tempos de 125cc trouxeram a agressividade clássica e a sonoridade característica do motocross raiz para Ponta Grossa. Enzo Fialho (#122) operou como o protagonista incontestável do certame geral. O atleta submeteu seus rivais a um ritmo asfixiante e conquistou a primeira colocação e os 35 pontos da categoria Geral e YZ125 nominal.

 

Classificação:

Enzo Fialho;

Zion Berchtold;

Heitor Matos.

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YZ125 BLUCRU

A subdivisão YZ125 E Blucru agregou uma dimensão promocional da fabricante à bateria competitiva. Heverton Silveira dos Santos (#117) foi o soberano desta subcategoria específica, onde obteve a pontuação máxima de 35 pontos.

 

Classificação:

Heverton Silveira dos Santos;

Miguel Kurtz Boer;

Victor Hugo Vale da Rocha.

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